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agosto 1

Destaques NEABIs do IFRS

Postado por: admin | Postado em: NEABI, Trabalhos | Não Comentada

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Câmpus Caxias:
Visita à aldeia Kaingang de Farroupillha, junto a integrantes dos NEABIs de Bento e Farroupilha e verificação da demanda local, relacionada à capacitação, confecção do jornal “Rastros da Civilização”, pelos alunos do Curso Técnico em Plásticos, trabalhos com alunos do curso integrado sobre cultura, projeto de pesquisa com alunos do 2º ano sobre a presença indígena e representações sobre os índios na região de Caxias. Bete falou também da tese de Olavo, intitulada “Territorialidade, identidade e memória entre populações negras em cidades contemporâneas no sul do Brasil”. Foi sugerido que assim que a tese for publicada, q a mesma fosse compartilhada aos membros dos NEABIs e postada no site da Assessoria de Ações Inclusivas (AAI) do IFRS.

Câmpus Canoas:
Adriano mencionou que dentre as metas do NEABI estão o mapeamento na região de Canoas e arredores da presença de indígenas e afro-descendentes, a necessidade de socializar, no calendário acadêmico oficial do câmpus, o dia do indígena (19/4) e o dia da consciência negra (20/11), levantamento de bibliografia sobre a temática afro e indígena. Adriano referiu também que em Canoas encontra-se o Quilombo urbano “Chácara das Rosas” que está em processo de regularização.

Câmpus Rio Grande:
Dardo referiu que a o NEABI foi criado às vésperas do Dia da Consciência Negra, assim o câmpus já realizou, em novembro de 2011, a Semana da Consciência Negra, na qual foi realizado um ciclo de cinema e debates com a participação da comunidade acadêmica. Na ocasião o grupo assistia filmes, realizava debate sobre eles e cada professor puxou para a sua disciplina os assuntos do filme. Em abril desse ano foi realizado o PAECABI (Práxis de Aprendizagens e Ensinagens da Cultura afro-brasileira e indígena. Outro destaque foi a aprovação de um Projeto de Extensão para abril a novembro de 2013, voltado para capacitação de professores nessa temática. Ao final está prevista a confecção de um livro. Dardo falou também que em julho ou agosto está prevista uma visita à comunidade quilombola de Mostardas.

Câmpus Erechim:
Josiele destacou, dentre as ações do NEABI Erechim, a visita à Terra Indígena Serrinha, em Ronda Alta, onde houve discussão acerca da necessidade do Ensino Médio nas terras indígenas, levantamento de demandas de interesse de formação profissional dos indígenas. Falou também da participação do NEABI do Seminário Indígena de 2011, em Santa Maria, da participação na palestra “Os ciclos econômicos e a presença negra em Erechim”, com o Professor Rodrigo Alves, historiador e especialista na área, da participação no I Encontro sobre Diversidade na UFFM (Universidade Federal da Fronteira Sul), onde foram tratados assuntos como a políticas de inclusão indígena. Mencionou que o câmpus não possui cursos de licenciatura, o que dificulta um pouco as ações do NEABI.

Câmpus Bento Gonçalves:
Diana mostrou a arte – logo do NEABI Bento, realizada pelo colega Daniel Clos do câmpus, falou sobre a dinâmica das reuniões do núcleo: 1 hora semanal, geralmente nas 4as feiras. Destacou a exposição de fotos e recortes no saguão do câmpus na ocasião do Dia do índio. Falou também das duas visitas realizadas à aldeia indígena de Farroupilha: uma só do NEABI Bento e outra junto aos colegas de Farroupilha e Caxias. Mencionou que os indígenas de Farroupilha solicitaram curso de apicultura em setembro, ocasião da florada Falou também da inscrição do Professor indígena Aurelino no curso PARFOR do câmpus. Diana e Cíntia falaram também que Bento conta com a Sociedade Educacional e Cultural 20 de Novembro – Sociedade Afro – o NEABI realizou duas conversas com o Sr. Luiz Eduardo, advogado da prefeitura de Bento que está reassumindo a presidência da sociedade. Foi combinada a realização de um trabalho em conjunto com a Sociedade, sobre a exposição itinerante que iniciará junto ao Colégio Cenecista. Pretendem também realizar um Seminário sobre as temáticas indígena e afro para o segundo semestre desse ano. Cintia, Diana e Adriana falaram também das ações em conjunto com o NAPNE do câmpus, no sentido de produzir vídeos em Libras e material adaptado em Braille.

Câmpus Sertão:
Rodrigo mencionou que apesar do NEABI contemplar 13 membros (técnicos administrativos e professores), o grande desafio é fazer com que os mesmos participem efetivamente das ações do núcleo. Outra dificuldade que enfrentam é a rotatividade dos membros. Falou das ações de ensino, pesquisa e extensão. Dentre as ações de extensão foram mencionados: cursos junto às aldeias indígenas e quilombos da região de Sertão, Projeto 2º tempo. Dentre as ações de pesquisa falou da criação de um banco de dados (teses, dissertações, relatórios, outros textos) sobre a temática, aplicação de questionário na comunidade Quilombola da Mormaça. Sobre as ações de ensino falou da discussão e sugestões de alteração na Minuta de Cotas encaminhada pela PROEN. Falou também de outras ações, como: ações conjuntas com o NAPNE e Núcleo de Ciências Humanas, reuniões quinzenais, visitas às aldeias indígenas. Destacou a importância de participarem das reuniões os representantes dos segmentos (indígenas, quilombolas, movimentos sociais). Destacou também a importância de efetivamente contribuirmos com esses povos, de mapearmos a essência dos problemas e vermos como podemos contribuir, sem, entretanto fazer promessas que não podemos cumprir. Alertou da necessidade de contribuir com os professores de história, filosofia, sociologia quanto à temática indígena e afro. Darci, índio kaingang da Aldeia Cacique Doble, técnico administrativo do câmpus Sertão e membro do NEABI, mencionou a importância de resgatar a questão das plantas medicinais e hábitos alimentares com os índios. Falou da dificuldade que os índios têm de se adaptar à universidade, à cultura e modo de organização dos brancos. Ressaltou a necessidade de sempre ouvir os índios e discutir assuntos pertinentes à temática com eles. Falou que em algumas universidades, como a UFSM, FURG e UFRGS os índios recebem auxílio alimentação, bolsa no valor de R$ 500,00 e auxílio transporte. Falou também da prova que os indígenas fazem nessas universidades, composta por 15 questões de língua portuguesa e uma redação. Disse que evasão tem, mas alertou da necessidade de se adotar medidas para a entrada e permanência com sucesso dos índios no ensino superior. Darci também se colocou à disposição para auxiliar os outros NEABIs quanto à temática indígena e até mesmo no auxílio ao agendamento em visitas às aldeias.

Câmpus Restinga:
Mirelle mencionou que o câmpus Restinga têm 61 afro-descendentes. Falou do trabalho de aproximação e dos problemas de estrutura da Aldeia Anhetengua. Por meio da parceria com a SMED participaram do projeto “Roteiro Territórios Negros de Porto Alegre” e receberam um kit professor para trabalhar a temática quilombola. Participaram do Projeto Roteiro Turístico da Cultura Negra e adquiriram o livro Sepé Tiaraju – herói guarani e brasileiro. Falou da capacitação de um membro do NEABI do Câmpus no curso de extensão em Educação Indígena (de março a setembro de 2012), promovido pela UFRGS. Nesse curso foi mencionado que ao invés de usarmos a expressão “Educação Indígena” deveríamos chamar “Educação de Povos Originários”. Falou do professor José Catafesto e sugeriu que o mesmo participasse da semana de capacitação dos NEABIs abordando a temática indígena. Falou também do Ciclo de Debates “Desafios da educação: Adolescência e Juventude” promovido pelo NEABI e NAPNE do câmpus, que vai de junho a dezembro de 2012 e aborda temáticas relacionadas às necessidades especiais, adolescência, juventude indígenas e afro-brasileiros.

Câmpus Ibirubá:
Maurício falou que Ibirubá é um nome de origem tupi que significa pitangueira em flor. Apesar de a cidade levar um nome indígena, essa é uma cultura que não está bem presente lá. Quanto ao núcleo destacou que, apesar de ter uma boa base, a maior dificuldade é o tempo dos integrantes para dedicação ao núcleo, pois em Ibirubá são poucos os servidores, que já estão bastante atribulados. Falou que no local não existem quilombos nem aldeias indígenas. Dentre as ações destacadas encontram-se as reuniões realizadas pelos membros do núcleo para debater textos na temática indígena e afro e o ciclo de palestras sobre a temática afro e sistema de cotas que estão programando para novembro, ocasião em que pesquisadores e representantes dessa temática serão chamados para palestrar. Falou também do seu estudo de Mestrado na área da exclusão dos negros.

Câmpus Porto Alegre:
José Padilha falou que o núcleo está se constituindo agora e que ele também está iniciando nessa ação. Já enviou e-mail aos servidores do câmpus POA para verificar quais os servidores gostariam de ser membros do NEABI. Mencionou que na semana que antecedeu a reunião dos NEABIs do IFRS (11 a 15/6) fizeram uma reunião com 10 pessoas interessadas em participar do núcleo. Referiu que a portaria de criação sairá em breve. Falou da importância de se realizar conversas com Canoas e Restinga sobre a temática e possíveis ações conjuntas. Falou das professoras Aline (de História) e Renata (de Português) que já fazem trabalhos nessas áreas. Falou também do Ciclo de Afro-linguagens promovido pelo PROPEL – Programa Permanente de Ensino de Línguas.

Câmpus Farroupilha:
Dentre as ações mencionadas por Danner estão a visita à Comunidade Kaingang próxima à Farroupilha junto com Bento e Caxias, ocasião em que foi divulgado o câmpus, apresentando aos indígenas os cursos disponíveis, e foi entregue um formulário a ser preenchido pelos integrantes da aldeia. Os membros do NEABI ficaram de ir buscar o formulário preenchido até o final do mês. Outras ações de destaque realizadas pelo NEABI: Intermediar a relação do câmpus com a OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), fundada por uma família de negros, chamada “Lanceiros de Porongos”, Centralizar as discussões acerca das ações afirmativas no âmbito do câmpus Farroupilha, trabalhar para que as temáticas indígena e afro sejam incluídas nas aulas.

Câmpus Osório:
Tina falou de diversos projetos na área da poesia e artes envolvendo as temáticas indígena e afro. Dentre elas: “Cafeteira Poética”: foram inseridas poesias na cafeteira; Na “Semana da Consciência Negra” foram apresentadas poesias de poetas negros, o discurso de Martin Luther King, música “Negro Gato”, colocaram poesias e fotos de negros nos espelhos dos banheiros, membros da Aldeia Sol Nascente foram ao câmpus, ocasião em que ocorreu o contato dos alunos com esse povo; visita ao Quilombo Morro Alto, curso de Artesanato, uso de fibra de bananeira para mulheres do quilombo. Tina falou do site do IFAM, que possui diversos vídeos, alguns deles retratam os guajapis – desenhos corporais. Falou também que os índios guaranis não pintam o corpo mas mostram sua arte nas cestarias. Tina também falou que foi incluída a questão indígena no curso de formação de professores. Voltando à intervenção poética foram apresentadas as músicas “Negros” de Adriana Calcagnotto e “A alma não tem cor” de Zeca Balero. Tina mencionou que a primeira aproximação dela com o povo guarani foi na aldeia de Viamão. Também mostrou diversos trabalhos artísticos, realizados pelos alunos, relacionados à temática.

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